Calma, não se assustem.

É claro que o time de 2000 (o melhor time do Sport que já vi) é melhor que o de 2012.

A questão é observar o que fazia a diferença naquele time e tomar como exemplo para melhorar nosso time atual.

Time base pernambucano de 2000:

Bosco; Russo, Sandro Blum, Marcio e Evaldo; Leomar, Sidney, Adriano e Nildo; Leonardo e Jaques.

Time base atual (com Marquinhos Paraná e Bruno Aguiar):

Magrão; Thiaguinho, William Rocha, Bruno Aguiar e Marquinhos Gabriel; Hamilton, Diogo, Marquinhos Paraná e Marcelinho; Roberson e Jheimy.

——-

Comparativo por setor:

Goleiros:

Magrão é, talvez o maior goleiro da história do clube, mas claramente já passou do seu auge.
Bosco em 2000 estava no melhor momento da sua carreira e teve algumas convocações para a seleção, chegando a ser o reserva de Dida.

Vantagem  2000.

Defesa

A defesa do time de 2000 era um dos poucos pontos fracos do time, sendo muito lenta (no Brasileiro, com Erlon de titular, a defesa melhorou muito). Hoje temos Bruno Aguiar e William Rocha disponíveis para fazer uma excelente dupla de zaga.

Vantagem 2012.

Laterais

Evaldo era claramente o jogador que destoava negativamente naquele time, sendo substituído por Dutra no Brasileiro. Porém um dos craques do time jogava na lateral direita, Russo. Hoje Marquinhos Gabriel tem quebrado bem o galho na lateral esquerda, mas ainda é uma incógnita, sobretudo na marcação. Temos bons jogadores na lateral-direita, mas ninguém se firmou ainda.

Vantagem 2000.

Volantes

Hamilton ou Diogo, jogando ao lado de Marquinhos Paraná podem até superar Leomar e Sidney individualmente, mas o entrosamento da nossa antiga dupla de volantes era fantástico.

Empate.

Meias

Marcelinho é o cara do nosso time, tendo mostrado muitas e muitas vezes que pode sozinho resolver um jogo ou até um campeonato pro Sport (atribuir 70 ou 80% do nosso acesso a ele, não é exagero). Mas Adriano, em 2000, tinha qualidade equivalente. E, ao lado dele, jogava o jogador que certamente  teve, naquele ano, a melhor temporada de um jogador do Sport que já vi. Inúmeras vezes passou na minha cabeça que seríamos campeões brasileiros caso ele não se machucasse no final da primeira fase da Copa João Havelange.

Vantagem 2000.

Ataque

Jheimy pode conseguir superar Jaques ou Sandro Gaúcho, não será difícil… A questão é que tinha um tal de Leonardo, nosso maior jogador dos anos 90 comandando o ataque.

Vantagem 2000.

 

Olhando pro time titular, a disputa é bem equilibrada do meio pra trás. Mas comparar Nildo com um volante ou lateral improvisado, Leonardo com Roberson ou Williams é pura covardia… Ainda mais com os dois no auge da carreira, em 2000.

Se quisermos um time para disputar algo de fato além de brigar para não cair, precisamos de um meia-atacante e um 2o atacante que façam a diferença como tínhamos em 2000. Pro meio tem um nome no mercado que cairia como uma luva, seria Souza, do Fluminense (ex-SPFC e Grêmio). Uma outra solução, mas que já tem muita gente do sudeste crescendo o olho em cima, seria Renato Cajá, principal jogador da Ponte Preta, cujo contrato acaba ao fim do campeonato paulista.

Pro ataque, dificilmente vamos achar um novo Leonardo, os jogadores com características parecidas (apesar de bem inferiores a Leonardo em 2000) que estavam no mercado já foram contratados por potências de nosso futebol. Osvaldo foi pro São Paulo e Marcos Aurélio foi pro Internacional. Herrera seria uma opção interessante para a vaga, Henrique também… Para ambos os casos, o investimento tem que ser pesado, assim como para trazer Souza.

Isso deixaria o time pronto para o pernambucano e o início da Copa do Brasil, claramente forte. E pro brasileiro precisaríamos apenas de alguns ajustes. O próprio time de 2000 passou por ajustes para o Brasileiro:

- Érlon ganhou a vaga de titular, melhorando o sistema defensivo. Não é um problema hoje, pois além de estarmos bem servidos, caso César volte jogando no nível que estava antes de se contundir, será um bom reforço para o elenco.

- Contratação de Dutra. Evaldo era horrível e foi um verdadeiro upgrade naquele time trazê-lo para o Sport.

- Fim de contrato de Jaques, contratação de Tailson. Tailson era mediano, mas, como qualquer jogador que jogou ao lado do trio Adriano, Nildo e Leonardo, fez muitos gols.

Futebol é simples demais… Trazer outros Milton Juniors, Rithellys e Ailsons só vão servir para inchar o elenco e gastar dinheiro à toa. Dinheiro que podia ser investido num jogador para ser titular.

Pra mim é bem simples. Souza e Herrera (ou Henrique) para serem titulares. Weldon, Bill e Jael (2 desses 3 para brigar com Jheimy e compor o banco). Um atacante de muita velocidade como Weldon para o banco é ótimo para a necessidade de mudar um jogo complicado.

E voltemos, assim, a ser um time temido.

 


O circo

Por Leonardo Camello 27/01/2012 COMENTE AGORA

Eu tendia a ignorar os lamentáveis fatos que circundam o caso “Rogério, atacante do Náutico x Jogador do América”, porque mais interessado de, aqui e em qualquer lugar, falar de futebol especificamente. No entanto, a pedido de amigos, irei abordar minha visão sobre o caso.

Sendo pragmático: foi falta grave, merecia vermelho direto, em minha opinião. O juiz errou feio, primeiro ao marcar apenas lateral (sem sequer cartão) e depois voltar atrás, mediante pressão, e aplicar (simples) cartão amarelo. Pronto, pára aí qualquer abordagem sobre o futebol, em si. Porque, doravante, o que se vê é apenas e unicamente “jogo de cena” para fazer pressão na FPF (e, indiretamente, na arbitragem), em véspera de clássico.

A falta cometida é forte, mas é bastante comum no futebol (não estamos aqui falando de murro no olho ou joelhada… mas sim do famigerado “carrinho”). A lesão sofrida, idem. Também comum e eu, dela, posso falar bem, porque tive a mesma, em 1996, também jogando futebol. Esta falta, dentro das regras do futebol, é punível com cartão vermelho (expulsão) e, quiçá, talvez com suspensão de mais de um jogo (o que entendo igualmente ser justo).

O que não é comum no futebol é a prática constante do exercício de caluniar. E, infelizmente, esta tem sido uma conduta rotineira no Náutico. Ou não? Primeiramente, um ex-presidente acusa o SPORT CLUB DO RECIFE e seus dirigentes de suborno, num caso clássico da mais baixa e deprimente “comédia” do futebol pernambucano. Mas, antes de tudo, calúnia (imputar fato criminoso a alguém). Desta feita, dirigentes desta instituição e até o ponderado treinador acusam jogador do América de “assassinato” e pedem cadeia para os pais (?) do mesmo.

Que direito estas pessoas têm de acusar de forma tão grave por razões cotidianas? Direito algum. O que elas têm não se chama “direito”, mas sim “INTERESSE”.

Interesse claro de criar clima de hostilidade e pressão em véspera de importante clássico em face do maior rival, neste caso, o SPORT CLUB DO RECIFE. E isto já é comum em Pernambuco, afinal, todos temem o SPORT CLUB DO RECIFE e o Náutico teme ainda mais que a média.

Entrementes, o que me deixou mais escandalizado foi o nível desse “jogo de cena”: além de caluniar jogador do América e de expor ao ridículo os pais do mesmo, os dirigentes do Náutico chegaram ao ponto de usar da própria dor (e eu conheço bem esta dor, repito) de seu atleta Rogério para comover a opinião pública, imprensa e a FPF. Num momento privado de atacante alvirrubro, a diretoria abre as portas do vestiário para que a imprensa (em seu papel, ressalte-se) flagrasse o choro do jogador, que colocava a mão no rosto, não sei se para esconder as lágrimas ou para esconder a vergonha de participar deste “circo dos horrores”. É ou não um circo? Abre e fecha suas cortinas para apresentar um espetáculo… Um deprimente espetáculo de falta de bom senso.

Como todo espetáculo, este também tem seu público. A torcida, no caso. E a torcida do Náutico envidou o “circo dos horrores” com todo fervor, a ponto de clamar por “justiça”, quando ela própria vibrou, fez faixa de comemoração e bradou em todas as rádios a sua alegria por vez o zagueiro Vagner entrar de sola (diferentemente do caso de agora) na coxa do atacante Jadílson, do SPORT CLUB DO RECIFE, há uns 6 ou 7 anos atrás, não recordo especificamente. Jadílson que, a partir deste lance, passou a praticamente encerrar sua carreira profissional num clube de destaque. Esta mesma torcida, com feição nitidamente h-i-p-ó-c-r-i-t-a, vem, agora, falar de “justiça”.

Um erro não alivia, não atenua e nem exclui o outro. Independentemente de qualquer coisa, a falta sofrida por Rogério foi grave e deveria ter sido punida pelo árbitro, sem sombra de dúvidas. Tratou-se de erro grave e ninguém esconde isso.

Não é a primeira vez que Cláudio Mercante comete grave erro. Ano passado, Cláudio Mercante entregou o campeonato para o Santa Cruz (que ganhou merecidamente pelo conjunto da obra na competição, mas que, dentro de campo, só levou a taça por um erro grave deste árbitro). E não costuma errar contra o Náutico, como desta vez. Portanto, diretoria do Náutico: PARE DE FAZER “JOGO DE CENA”!

Sr. Cláudio Mercante, pedir desculpas publicamente ao Náutico? Por que? Qual seu compromisso em dar satisfação especificamente a um clube participante da competição? Seu compromisso é com a Comissão de Arbitragem da FPF e a ela que você responde.

Vamos tratar o campeonato como algo sério. E não como um circo!!!

Por final, gostaria de deixar duas mensagens. Uma para o jogador do América e uma para o jogador do Náutico.

Ao Maneco, atleta do Mequinha: você pode não ter sido tomado pela intenção de prejudicar um atleta, companheiro de profissão, mas, como profissional, deve ter uma prudência maior em sua conduta dentro das quatro linhas. Numa dessas, você complica a carreira de um profissional igual a você. Desejo, de verdade e de coração, que você seja mais comedido em outras ocasiões.

Ao Rogério, atacante do Náutico: sei bem a dor que você sente, pois senti a mesma fisicamente. Esta dor, em seu caso, é potencializada pelo fato de você depender de seu corpo para desenvolver sua profissão. Lamentável! Todavia, você é atleta de futebol e está sujeito a esta lesão e a outras, durante toda sua carreira. Levante a cabeça, encare a recuperação e, em breve, você retorna. Vamos ser sinceros: a torcida do Náutico te xinga todos os jogos, criticando suas atuações. Assim, esse período servirá de reflexão de sua parte, para ver se o que fizeram com você (expondo sua dor na imprensa/xingamento em todos os jogos) foi válido ou não. Desejo, de verdade e de coração, que você se recupere e volte aos gramados.

No mais, eu só quero falar de futebol e não mais do circo.

Oração das Barbies

Por Matheus Cavalcanti 26/01/2012 COMENTE AGORA

Do Nosso Sport.

Nova camisa SportNet para o Carnaval

Por Matheus Cavalcanti 26/01/2012 COMENTE AGORA

Pessoal… Gostaram da nova camisa?

Se sim
Dê a nota e diga pra onde você vai com ela

Tá reclamando de que Náutico??

Por falaleonino 26/01/2012 COMENTE AGORA


Não é novidade que, em semana de clássico contra o Sport, a turma dos aflitos treme 24 horas por dia. Não se fala em outra coisa que não seja o jogo contra a “Coisa”, mesmo que não valha nada ou quase nada, quiçá se tiver numa leve vantagem.

 
Todos os tipos de elucubrações e teoria de conspiração são levantadas, objetivando apontar um suposto favorecimento ao rubro-negro, mesmo sem admitir que não vencer uma final contra o Leão há 43 anos é mera coincidência.

 

Ontem, singelamente, ficou claro que o clássico já começou.

 

Waldemar Lemos, técnico tido como equilibrado no dia-a-dia, controlado nos seus atos e focado só no seu trabalho, perdeu as estribeiras na partida contra o pequenino América. Trocou palavras com a arbitragem e foi expulso. E, pelo lance da suposta contusão do atacante Rogério, pediu até prisão de “A” ou “B”, com suas respectivas famílias.

 

Exagero? Teorias da conspiração?

 
Nada disso. Apenas, semana do clássico com o Sport.

 

Onde quero chegar? Gréia é o de menos. Aliás, tirar onda e sarro é pra ficar só com a torcida. A Diretoria do Sport tem que ficar de olho em tudo e todas as ações que vêm dos aflitos.

 
No alvirrubro é tudo superlativado. A pressão só vai aumentar, nas próximas horas, no quadro de árbitro e na própria FPF.

 
A expulsão de Waldemar e os pedidos de prisão foram o indicativo. Isso já aconteceu “trocentas” vezes em Pernambuco. Mas, no primeiro certame de cabo a rabo de Evandro, será a primeira vez.

 

Fica de olho, Direção do Sport!!

 

Alô, Torcida do Sport. Vamos fiscalizar de perto. Que vença o melhor, na bola!

O rubro-negro Sandro Di Perrelli nos enviou um texto descritivo, atualiza os principais números do campeonato pernambucano de futebol de todos os tempos.

Vale a pena conferir, pois são dados históricos que mostram a grandeza do Sport Club do Recife.

Segue o Texto.

Jorge Pedroso

 

“No histórico do CAMPEONATO PERNAMBUCANO DE FUTEBOL de 1915 A 2012.

O SPORT CLUB DO RECIFE segue na ponta com: 3.375 pontos em 2.116 jogos. Conquistou 1.344 vitórias, 411 empates com apenas 362 derrotas. Marcou 4.781 gols e sofreu 1.970, ficando com um saldo de 2.811 gols pró.

O SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE segue em segundo lugar com 3.227 pontos em 2.157 jogos. Conquistou 1.283 vitórias, 415 empates e obteve 459 derrotas. Marcou 4.747 gols e sofreu 2.180, ficando com um saldo de 2.567 gols pró.

O CLUBE NÁUTICO CAPIBARIBE segue em terceiro lugar com 3.123 pontos, em 2.138 jogos. Conquistou 1.239 vitórias, 416 empates e e teve 483 derrotas. Marcou 4.650 gols e sofreu 2.293, ficando com um saldo de 2.357 gols pró.

O SPORT não disputou dois campeonatos pernambucanos. O de 1915 (o primeiro) e o de 1978, por causa de uma desavença com o presidente da federação pernambucana da época.

 

Sandro Di Perrelli

Weldon

Por Leonardo Camello 25/01/2012 COMENTE AGORA

Agora que muitos na cidade já estão sabendo, sim, eu posso revelar o nome do atacante: é WELDON. O jogador acertou quase tudo com o Leão. Mas o SPORT só o quer mediante uma multa rescisória expressiva. Além disso, ele não é consenso no clube.

obs. Não posso postar informações sigilosas/reservadas no momento em que ainda são sigilosas/reservadas. Isso seria trair minhas fontes. Isto seria trair o nosso clube. Espero que compreendam.

Novo atacante bem encaminhado

Por Leonardo Camello 24/01/2012 COMENTE AGORA

Como eu disse no dia 17/01/2012, o SPORT vem negociando com três atacantes. Ontem, soube que um dos três nomes cogitados está muito, muito perto de fechar. A torcida do SPORT está falando em Kieza, Kieza… mas sinceramente eu acho que Kieza é o menos provável deles.

Quem deve vir é um antigo conhecido… porém, com uma multa rescisória alta. No elenco atual, penso que seria titular fácil.