Igor

Geninho, no coletivo de hoje, manteve durante toda a movimentação Igor no time reserva. Depois de começar o treino com a formação que iniciou o jogo passado, testou o time no 3-5-2, mas optou pela entrada de Tobi no time de cima, sendo Igor mais uma vez preterido.

Igor teve sua boa fase, onde conquistou muito crédito – sobretudo pela boa parceria com Durval em 2008. O problema, na verdade, é o excesso de crédito que alguns jogadores inexplicavelmente conquistam. O caso de Igor já estava tomando proporções Maizenísticas, onde, por uma boa fase no Pernambucano e parte do Brasileiro em 2003, o Sport teve que aturar os frangos, rebotes e péssimas saídas do gol de Maizena até o fim de 2005.

Igor deveria ter saído do time desde o primeiro turno do Brasileiro de 2009, quando já vinha mostrando que é um dos jogadores mais fáceis de ser driblado do futebol brasileiro. As críticas sobre ele ficaram contudentes com um imenso atraso: apenas quando o Sport teve um início horrível na Série B.

Montoya e César, a atual dupla de zaga titular, certamente é composta por jogadores apenas medianos/esforçados, porém o nível do futebol que Igor vem apresentando torna impeditiva sua presença no time titular. E a evolução do sistema defensivo no jogo passado foi claríssima.

O futebol é feito de ciclos e o de Igor no Sport já se encerrou. Perpetuar a presença dele na Ilha só trará prejuízo para o jogador e o clube.

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